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    Jornal O POVO         02/12/19

    Escola-denúncia

                                                       André Haguette

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                A escola,da educação infantil à universidade, cada degrau no seu respectivo ritmo e sua devida pedagogia,há de ser um lugar acolhedor, generoso, de confraternidade, onde, de modo disciplinado e organizado, se aprende a decifrar o outro, o mundo e a si mesmo. Um lugar onde alunos, professores, funcionários e pais aperfeiçoam qualidades humanas fundamentais:  conhecimento,equilíbrio emocional e afetivo, convívio político e ético. Na feliz e internacionalmente aceita conceituação de Jacques Delors, a escola se constrói e reconstrói constantemente em torno de quatro pilares: aprender a conhecer, aprender a fazer, aprender a viver com os outros, aprender a ser, aprendizagens complementares e integrados que exigem uma cultura e um ambiente escolares de respeito, disciplina, liberdade e confiança entre seus diferentes agentes e as famílias. Por essas características, educação se distingue de adestramento e de disciplinamento. Educar é propor um convite ao questionamento, à descoberta,à solidariedade, à liberdade, à responsabilidade e, logo, à paz cosmopolita. 

    No marco da erosão crescente do nosso ambiente democrático, o ano de 2019 tem sido marcado pela profunda hostilidade oficial à atuação do terceiro setor e da sociedade civil no Brasil.

    Desde o chamado ainda na campanha eleitoral para literalmente “botar um ponto final em todos os ativismos no país”, a atitude predominante do governo federal em relação às organizações de promoção da cidadania e da participação social na vida pública tem sido a de fomentar a desconfiança e desqualificação, quando não a sugestão recorrente de criminalização da atuação dos mais diversos atores na sociedade.

    Neste artigo, a professora Vanda Claudino Sales destaca
    o processo de formação das dunas de Fortaleza
    e a importância de preservar do que sobrou delas
    com o desenvolvimento urbano
    Foto: Beatriz Azevedo

    Por Vanda Claudino-Sales
    Geógrafa
    Professora associada aposentada da Universidade Federal do Ceará (UFC)
    Professora visitante da Universidade Estadual Vale do Acaraú (UVA)
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    Integrantes do maior conjunto de arte rupestre do Ceará, os sítios arqueológicos Bilheira I e Bilheira II, em Sobral, serão abertos a partir desta sexta-feira, 29 de novembro, à visitação turística. Os locais receberam investimentos de R$ 70 mil do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e serão entregues à população com estrutura de passarelas, abrigos e placas informativas. 

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